O consumidor faz tudo mudar: está mais omnichannel, mais integrado e conectado. E o varejista que pretende acompanhar esse novo consumidor -que apenas quer comprar do jeito mais conveniente e com a melhor experiência possível -, precisa inovar para continuar competitivo.

Inovação não deve vir de uma área específica; Tem que estar impregnada na cultura da empresa como um todo”, diz Alexandre Van Beeck, sócio-diretor da GS&Consult, braço da consultoria GS& Gouvêa de Souza, que trouxe alguns dos principais insights colhidos na NRF-a grande convenção dos varejistas americanos -para 2018.

Gigantes da internet e do varejo físico, inclusive nacionais, mostram como têm integrado os ambientes on e offline para fidelizar cada vez mais o consumidor e aumentar a lucratividade.

Mas esse não é um trabalho só para os grandes varejistas, segundo Van Beeck: ele independe do tamanho do negócio. E exige uma nova postura. “A integração entre o físico e o digital não é mais uma opção, e sim uma necessidade para que o varejo seja mais competitivo”, afirma.

A seguir, veja quais das tendências se encaixam em seu negócio:

1 – NO ON E NO OFF, NO OFF E NO ON

A tal integração entre o físico e o digital usando ferramentas dos dois mundos para atender ao consumidor omnichannel, segundo Alexandre Van Beeck, define a tendência de big bang.

Exemplo disso é a Amazon Books, a grande livraria física da gigante da internet, suportada por dados coletados pela operação digital.

Ou o Alibaba, que faturou mais que todo o e-commerce brasileiro no ano em um único dia de 2017, e marca sua entrada no varejo físico com o supermercado Hema Market.

Até o Walmart, que faturou US$ 485,8 bilhões em 2017 e construiu sua reputação com lojas físicas –mas que não “conversavam” com o e-commerce -finalmente integrou essas bases de dados para melhorar sua operação e criou novos modelos, como o pick-up in store.

Aqui no Brasil, a Via Varejo é exemplo de varejista “de massa” que conseguiu reproduzir esse modelo pick-up no Ponto Frio do Shopping Vila Olímpia, na zona sul paulistana em janeiro.

Com uma área equivalente a 10% do tamanho de uma loja convencional, a integração de canais proporciona experiências digitais e interativas para o consumidor, que ainda pode comprar pelo site, lá mesmo, o que não encontrar na loja. É um modelo que gera desempenho de vendas próximo ao de uma loja de grande porte.

“O cliente não compra de determinado canal, mas da marca”, afirma Van Beeck. “E esse é um varejista popular que traz uma experiência moderna, digital e integrada para o consumidor.”

Leia a reportagem na íntegra em: Diário do Comércio

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