Celebridades deixaram de ser apenas garotos propagandas de marcas para dar um novo passo em suas vidas públicas: se tornaram sócios de empresas de franquia. Engana-se que pensa que é uma “fachada”: os artistas opinam, participam de reuniões e tomam decisões estratégicas. Entre eles estão Sabrina Sato, Xuxa, Rogério Flausino, Ana Hickmann, Xuxa e Edu Guedes.

Quem quer investir em uma franquia tendo uma estrela como sócio deve ter cuidado para não cair no canto da sereia. O professor da FGV e sócio da Canal Vertical, Roberto Kaneter, lembra que o candidato não deve se deixar seduzir pela figura, e sim levar em consideração qual será a rentabilidade do negócio.

— O franqueado deve avaliar da mesma forma que avaliaria um negócio sem uma estrela no quadro societário. Precisa levar em consideração a efetividade do negócio. Isso diz respeito à rentabilidade das demais unidades e ao segmento de negócios escolhido, se tem potencial de crescimento.Jorge Duro, um dos coordenadores do curso de gestão estratégica de franquias do IAG PUC-Rio, lembra que um famoso ajuda a construir a imagem de uma franquia e, consequentemente, a atrair público.

— Entretanto, pode ser um ponto vulnerável se a imagem desta celebridade for arranhada — alerta ele.

Para Caroline Bittencourt, diretora de inteligência de mercado do Grupo Bittencourt, por se tratar de alguém famoso há a chance de o negócio chamar mais a atenção . Mas isso não significa que vai prosperar somente devido a isso.

— Não acreditar que a associação da marca a uma celebridade, por si, vai segurar a marca de pé. A avaliação, como dito acima, deve ser fria. Além disso, o franqueado é o responsável pela sua unidade. É ele que vai fazer o negócio prosperar pelo trabalho que desenvolver em sua região — adverte ela.

Leia a matéria na íntegra em: O Globo

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