Na manhã de quarta-feira (28/08), aconteceu o fórum “O Negócio do Varejo”, na Latam Retail Show. O fórum foi ministrado pelo CEO da Brain Box Design, Zeh Henrique Rodrigues. O especialista em branding trouxe cases de empresas que ressignificaram seus propósitos de mercado e hoje oferecem experiências diferenciadas no varejo.

“Todo segmento tem algum problema, mas é difícil para a empresa olhar para ele e admitir. O que fazemos é identificar esses problemas e transformá-los em novas experiências nas jornadas de consumo, quebrando paradigmas e o status vigente”, explicou Rodrigues.

No mesmo dia também aconteceu o último dia do 9º Congresso de Marcas Próprias promovido pela Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO). O painel abordou “Como a oferta de produtos aliada à estratégia pode atender às necessidades do consumidor final”. O debate foi feito pelo diretor de varejo, Renato Giarola, pelo diretor da Village, Reinaldo Bertagnon, e pelo head de novos negócios da Daymon, Aparecido Borgui.

Borgui afirmou que as marcas, antes de chegarem ao mercado, precisam ter um entendimento do consumidor. Assim, é necessário realizar estudos, pesquisas e testes no ponto de venda (PDV). “Ter uma marca própria não acontece de um dia para o outro e o varejo tem dificuldade de entender esses prazos”, comentou.

Cuidados com a saúde no fórum “O Negócio do Varejo”

Finalizando o evento, o fórum também recebeu o preparador físico, Márcio Atalla. Ele palestrou sobre saúde e bem-estar e a urgência de inserir hábitos mais saudáveis na rotina dos brasileiros. O especialista trouxe dados preocupantes sobre a situação do País. Um exemplo foi o comparativo que, na década de 80, 13% da população estava acima do peso; atualmente são 53%. A falta de movimento e maus hábitos alimentares são responsáveis por até 80% das doenças da população. Além disso, 40% dos casos de câncer são causados pela falta de atividade física.

“Nossos hábitos vêm mudando completamente nos últimos anos. Comemos mais que o necessário, não nos movimentamos o suficiente e não dormimos o tempo certo, ou da maneira correta. Nos últimos anos, o brasileiro perdeu uma hora e 50 minutos de seu tempo de sono, além de estar mais estressado e depressivo. Por isso é extremamente importante se movimentar. Afinal, quem se movimenta sente a melhoria em todos os aspectos”, disse Atalla.

O preparador também comentou que se movimentar não está atrelado à ida à academia ou correr no parque. Se movimentar está atrelado a atividades como subir escadas, andar distâncias que seriam feitas de carro, fazer uma atividade em grupo, tudo é válido. Porém, é necessário repetição e memória, para a atividade se tornar um hábito. “Nosso cérebro é uma máquina superpotente de poupar energia. Por isso, precisamos ensiná-lo e treiná-lo que o movimento também é importante. Contudo, só fazemos isso praticando”, concluiu.

Matéria original publicada em: Guia da Farmácia

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