A inflação de alimentos deve seguir acima da inflação geral no país. De acordo com especialistas, a sazonalidade, a perspectiva de manutenção do real desvalorizado e a recuperação gradual na demanda ajudarão a sustentar os preços em alta. Apesar dessa tendência, o pedido do governo para que indústrias e varejo expliquem a alta de preços foi alvo de críticas.

“Historicamente, há uma aceleração nos preços de alimentos no fim do ano. Pode haver essa pressão adicional no bolso do consumidor daqui para frente”, disse Eduardo Yamashita, diretor de operações da Gouvêa Ecosystem.

A sazonalidade soma-se aos fatores que já fizeram os preços subirem em agosto e não vão desaparecer. É o caso do dólar, que subiu mais de 30% no ano e deve fechar 2020 com média de R$ 5,25, segundo o boletim Focus, do Banco Central, ante R$ 5,31 hoje.

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