Conteúdo atualizado em 15/10/2026 por Renata Oliveira
A eleição presidencial ainda não está definida, independentemente do que digam as pesquisas e simulações. Com sua conclusão, novos elementos deverão ser incorporados à estratégia das empresas e negócios.
Porém, a recomposição e a transformação do Congresso, na Câmara e no Senado, e o que já se tem definido das eleições nos Estados trazem elementos relevantes para o repensar estratégico de negócios, em especial no que envolve varejo, consumo e serviços.
O comportamento do mercado pós-primeiro turno, com crescimento da Bolsa a 8,8% (no acumulado da semana), dólar 4,4% mais baixo no período, juros futuros -1,76 p.p., além do salto na entrada de capital estrangeiro (logo na segunda-feira) mostra que existe uma perspectiva muito distinta daquela que o País vivenciou até as eleições.
O ponto central é entender como as mudanças na representação parlamentar, na agenda econômica e na relação entre Estados e setor privado podem alterar as condições de crescimento, investimento, renda e consumo de forma ampla no País.
E seu potencial impacto em diferentes regiões, categorias de produtos, segmentos de negócios, canais de venda e relacionamento, modelos de organização e, fundamental, nas mudanças no comportamento do omniconsumidor-cidadão empoderado pela IA.
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