Conteúdo atualizado em 02/10/2026 por Renata Oliveira
e talvez seja um Momentum mais pessoal na sequência dos que analisamos contextos econômicos, de negócios e transformação de mercado nos setores de varejo, consumo e serviços. A proximidade da eleição, nesta etapa e no cenário em que ocorre, define a opção.
É uma reflexão apenas como brasileiro e não como empresário, consultor, profissional, dirigente ou conselheiro. De fato, é reflexo da emoção, mais do que da razão, que talvez recomendasse omissão. Um brasileiro indignado e frustrado com a distância entre o país que poderíamos ser e aquele que estamos legando. Isso tudo considerando os crescentes desafios à frente, representados pelo cenário global convulsionado e também polarizado, somado aos de natureza interna, envolvendo envelhecimento da população, queda da natalidade e seus impactos estruturais.
Cenário este marcado pela crescente desigualdade social e econômica, em que convivem significativas diferenças de renda, oportunidades, educação, saúde, segurança e acesso a serviços essenciais.
Marcado também pela crescente insegurança, pela violência cotidiana, pelo avanço do crime organizado na economia real, pela escalada dos crimes digitais e pela sufocante sensação de vulnerabilidade individual. Onde cada movimento ou deslocamento deve ser pensado considerando a logística da segurança. O que levar, como proteger, como esconder, como disfarçar. Onde e quando as instituições estão sob amplo questionamento, com a desconfiança em relação aos representantes no Legislativo. A desfaçatez exposta envolvendo temas críticos em parte do Judiciário.
Com boa parte do Executivo a soldo de seus próprios interesses, única e exclusivamente comprometida com sua sobrevivência política. E sem o menor pudor no processo de manipulação da verdade em benefício de seus interesses, às vésperas da eleição. E não se pode ignorar que democracia sem confiança perde parte crítica de seu funcionamento.
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