Conteúdo atualizado em 13/08/2026 por Renata Oliveira
O espaço físico deixou de ser apenas o local onde o consumidor entra, escolhe um produto ou faz uma refeição. Conforto, serviços, entretenimento e conveniência passaram a dividir espaço com a atividade principal, em uma busca por aumentar o tempo de permanência e criar novas oportunidades de consumo. Lojas, restaurantes e outros estabelecimentos vêm incorporando diferentes funções ao mesmo ambiente, enquanto recursos como climatização também passam a ser considerados parte da experiência.
O tema foi discutido no painel “Ambientes que performam: conforto, experiência do cliente e produtividade” durante o “Quando os líderes se encontram”, encontro fechado realizado pela Gouvêa Experience e Gouvêa Consulting, com apoio da Vulp Air, Midea e Carrier, que reúne lideranças empresariais em encontros exclusivos voltados à discussão de temas estratégicos para os negócios.
Da compra ao entretenimento
Na prática, a mudança aparece em formatos que combinam venda de produtos com serviços, espaços infantis, festas, cafés e outras atividades. Na Ri Happy, por exemplo, além da venda de brinquedos, a empresa passou a incorporar serviços às lojas, como brinquedoteca, festas de aniversário, trampolim, jogos e café.
“A loja do futuro é uma loja que tem uma experiência de compra boa. Além disso, você tem operação de serviço lá dentro, você pode tomar um café, você pode ficar numa brinquedoteca, pode ter uma festinha de aniversário. Temos buscado descobrir quais são essas experiências e brinquedoteca é uma delas. Festinha de aniversário funciona super bem como trampolim”, afirma Thiago Rebello, CEO da Ri Happy.
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